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A UFLA divulgou vídeos com explicações sobre as imagens de larvas e carne suína que circularam após o almoço do dia 6 de abril no Restaurante Universitário (RU). Não foi negada a existência de larvas na comida, apenas apresentada uma possível origem para elas.

Os relatos de estudantes enviados ao Lavras24horas não foram BOATOS, mas fatos documentados por fotos e depoimentos.

O que foi esclarecido

  • O professor Peter Bitencourt Faria (Médico Veterinário especialista em carnes) Descartou a hipótese de cisticercose (larva de tênia) nas imagens da carne suína. Explicou que o cisticerco tem forma arredondada, não enovelada como apareceu nas fotos, e que as carnes vêm de fornecedores inspecionados, com selos de certificação e congeladas em temperaturas que inativam o parasita (geralmente abaixo de -12°C ou -18°C). Afirmou que o risco à saúde é zero nesse aspecto.
  • Nutricionista Laura Annuciata Ferroni Mafra (supervisora de produção do RU): Mostrou que a pimenta calabresa, após hidratação e cozimento em altas temperaturas, perde pigmento e revela estruturas que podem ser confundidas com algo estranho.
  • O professor Geraldo Andrade Carvalho (Entomologia) afirmou que a larva pode ser da broca-pequena do tomateiro, que penetra no fruto e pode passar despercebida no corte. Ele reforçou que essa larva não é nociva à saúde.

A Vigilância Sanitária inspecionou o RU sem encontrar irregularidades e a universidade abriu sindicância interna.

Pontos sem explicação

A UFLA não comentou as denúncias de carne crua ou mal passada registradas pelos estudantes.

Uma estudante que encontrou larva no prato registrou manifestação no Fala.BR (protocolo 23546.047628/2026-54) e esclareceu à instituição que possui histórico completo das fotos originais e uma testemunha que estava com ela no momento da refeição. Até o momento, ela ainda não recebeu resposta detalhada. Em contato com o Lavras24horas, a comunicação da UFLA informou que o prazo de resposta ainda não expirou.

O Lavras24horas reafirma que a cobertura registra os fatos relatados pelos alunos junto com as respostas oficiais, sem se tratar de ataque à universidade. O caso continua sendo acompanhado.

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