Doenças “esquecidas” ainda preocupam especialistas e seguem afetando milhares de brasileiros, alerta simpósio na UFLA

Doenças que muita gente acredita terem sido erradicadas ainda continuam presentes no Brasil e preocupam autoridades da saúde, pesquisadores e universidades. Hanseníase, doença de Chagas, leishmaniose, tuberculose e dengue seguem afetando milhares de pessoas, principalmente em regiões mais vulneráveis.

Em Minas Gerais, o cenário chama atenção. Segundo dados da Secretaria de Estado de Saúde, o estado já ultrapassou 52 mil casos prováveis de dengue em 2026. Além disso, entre 2020 e 2025, Minas registrou mais de 5,5 mil novos casos de hanseníase. Em Lavras, um episódio recente também gerou alerta: um estudante de Medicina da UFLA encontrou um barbeiro — inseto transmissor da doença de Chagas — dentro do apartamento onde mora, no bairro Centenário.

O tema será debatido durante o VI Simpósio Brasileiro de Doenças Negligenciadas e o II Simpósio Mundial sobre o assunto, que acontecem entre os dias 19 e 23 de maio, no Salão de Convenções da UFLA. O evento reunirá pesquisadores do Brasil e do exterior, além de representantes da Fiocruz, Instituto Butantan e Médicos Sem Fronteiras.

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