A confirmação de que o jovem que matou quatro pessoas e feriu outras 12 em um ataque a duas escolas em Aracruz (ES) foi liberado após cumprir três anos de medida socioeducativa gerou forte revolta em todo o país.
O atentado, cometido quando ele tinha 16 anos, marcou para sempre 16 famílias e abalou profundamente a comunidade escolar. Ainda assim, a legislação brasileira estabelece o prazo máximo de três anos de internação para menores de idade que cometem atos infracionais, independentemente da gravidade.
A soltura reacende o debate sobre os limites da lei e levanta questionamentos sobre proporcionalidade, justiça e segurança.
Porque, enquanto a lei encerra um prazo, a dor das vítimas não tem data para acabar.







