Por Alex — Fonte: Reuters / Agência Brasil / Al Jazeera
Em uma conversa telefônica realizada no dia 2 de dezembro de 2025 entre os presidentes Luiz Inácio Lula da Silva e Donald J. Trump, o líder brasileiro fez um apelo direto para que os Estados Unidos evitem escaladas militares contra Venezuela, enfatizando a importância de se preservar a América do Sul como “zona de paz”.
⚠️ O que está em jogo
Nas últimas semanas, Washington intensificou sua presença militar no Caribe — com navios de guerra posicionados próximo à costa venezuelana e declarações de que o espaço aéreo do país está “fechado”.
Além disso, em uma ligação recente com o presidente venezuelano Nicolás Maduro, Trump apontou que ele teria prazo de uma semana para deixar o país, sob risco de ações mais duras — um ultimato que nunca foi aceito por Caracas.
A voz do Brasil
Lula declarou que o Brasil, por estar ao lado da Venezuela e compartilhar laços históricos, culturais e territoriais com a região, não poderia permanecer indiferente. Ele ressaltou sua intenção de atuar como interlocutor, defendendo a diplomacia como alternativa à guerra.
Potenciais consequências de uma escalada
Desestabilização regional — Um conflito armado poderia gerar ondas migratórias e turbulência econômica em toda a América do Sul.
Interesses geopolíticos — A Venezuela possui vastos recursos naturais; uma intervenção traz riscos de disputa internacional por essas riquezas.
Precedente perigoso — A adoção da força como ferramenta diplomática poderia abrir precedente para outras intervenções na região.
️ O chamado de Lula: diplomacia antes da bomba
Lula defende que os impasses sejam resolvidos via diálogo, sanções seletivas ou mediação internacional — nunca com armas. Sua postura representa, hoje, uma das últimas barreiras diplomáticas contra uma possível escalada bélica dos EUA rumo à Venezuela.






