A decisão do governo Lula de investigar a CazéTV por suposta publicidade irregular de casas de apostas esportivas gerou críticas e acusações de tratamento desigual na fiscalização do setor.
Nas redes sociais, usuários apontam que o Campeonato Brasileiro, organizado pela CBF, além de clubes e emissoras, exibe constantemente marcas de empresas de apostas em placas de publicidade, uniformes e transmissões, sem que ações semelhantes tenham sido anunciadas.
A deputada Tabata Amaral também entrou no centro da discussão após criticar publicamente a CazéTV pelos patrocínios de bets. Adversários políticos passaram a acusá-la de incoerência, alegando que ela não adotou o mesmo posicionamento em relação a eventos promovidos pela Prefeitura do Recife, administrada por seu marido, João Campos, que receberam patrocínio de empresas do mesmo segmento.
A investigação continua em andamento, mas o caso já ampliou o debate sobre os critérios adotados na fiscalização da publicidade de apostas e se as regras estão sendo aplicadas de forma igual para todos.






