Quase cinco meses após o homicídio de Cleidmar Aparecido Luiz, de 41 anos, em Ijaci, a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) prendeu, nesta sexta-feira (26), o principal suspeito do crime e sua companheira durante a operação “Cerco Fechado”.
O assassinato ocorreu no início da noite de 8 de fevereiro de 2026. Cleidmar foi atingido por dois disparos na cabeça, chegou a ser socorrido com vida, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital. Na época, o suspeito se apresentou à Polícia Civil alegando ter agido em legítima defesa.
Após meses de investigação, a Polícia Civil reuniu elementos que levaram ao cumprimento de mandados de prisão e de busca e apreensão. Segundo a corporação, imagens de câmeras de segurança mostram o investigado saindo de casa armado, perseguindo a vítima por cerca de 260 metros e efetuando disparos à queima-roupa.
As investigações apontam que o homicídio teria sido motivado por desavenças relacionadas ao tráfico de drogas, envolvendo uma dívida de R$ 200 que a vítima possuía com o suspeito.
Além do mandado de prisão pelo homicídio, o homem, de 25 anos, foi autuado em flagrante por tráfico de drogas. A companheira dele, de 27 anos, também foi presa pelo mesmo crime. Na residência do casal, os policiais encontraram porções de crack, cocaína e maconha, duas balanças de precisão e R$ 481 em dinheiro.
De acordo com a Polícia Civil, o imóvel funcionava como ponto de venda de entorpecentes e era monitorado por uma câmera de segurança instalada estrategicamente no alto de um poste.
Ainda conforme as investigações, a mulher presa teria ligação com uma facção criminosa de atuação nacional, participando da organização e da execução de punições contra pessoas que descumprissem as regras impostas pelo grupo.
As investigações continuam para o completo esclarecimento do caso.






