Operação Sinergia mira empresários que teriam lesado Minas em R$ 900 milhões e entra na sétima fase

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) deflagrou, nesta quarta-feira (4), a sétima fase da Operação Sinergia, que investiga fraudes tributárias no setor de sucata de cobre, fios e vergalhões. O esquema, que lesou os cofres do Estado em cerca de R$ 900 milhões, envolvia a compra de matéria-prima sem nota fiscal e operações simuladas com empresas fantasmas.

 

Foram cumpridos 36 mandados de busca e apreensão em 16 cidades de oito estados. A ação mobilizou 21 promotores de Justiça, 85 auditores fiscais e mais de 130 agentes das forças de segurança. Os envolvidos poderão responder por associação criminosa, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro.

 

Segundo as investigações, as empresas mineiras utilizavam operações fictícias para regularizar estoques e gerar créditos falsos de ICMS, sonegando o imposto devido. Residências e sedes das empresas investigadas foram alvo das buscas, e a PCMG segue analisando os materiais apreendidos.

 

Essa operação é um esforço conjunto para combater práticas que prejudicam o mercado e desviam recursos essenciais para a população. Novas fases não estão descartadas.

 

 

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