Uma moradora de Lavras procurou a reportagem para denunciar uma situação que, segundo ela, ultrapassa o desconforto e entra no campo da falta de respeito. Diagnosticada com Transtorno do Espectro Autista, ela relata ter enfrentado dificuldades em uma academia devido ao volume excessivo de som.
De acordo com o relato, mesmo após explicar sua condição e solicitar apenas a redução do volume, o pedido não teria sido atendido. A moradora afirma que o nível do som era tão alto que chegava a causar incômodo físico, com sensação de vibração no corpo, o que a impedia de permanecer no local.
A situação evoluiu para um desentendimento, considerado por ela desnecessário, levando ao cancelamento do serviço e à decisão de buscar medidas judiciais.
Casos como este reacendem o debate sobre inclusão e adaptação de ambientes para pessoas com sensibilidade sensorial, condição comum dentro do espectro autista.
Diante da denúncia, fica o questionamento: até que ponto espaços coletivos estão preparados para lidar com diferentes necessidades?
E você, o que pensa sobre esse tipo de situação?





