Ipês se adaptaram geneticamente à seca, aponta pesquisa da UFLA

Publicado em 24/11/2021
Ipê da cor branca na rua Desembargador Sabino Lustosa e Avenida Leon Jofre Avayou/ Fotos José Eustáquio Cardoso.

 

 

Além de colorir o final do inverno e anunciar a chegada da primavera, o Ipê desperta olhares atentos não só de amantes de suas flores, consideradas símbolo nacional, como também de cientistas. Um estudo recente, publicado na revista britânica BMC Plant Biology, mostrou que a árvore da família Bignoniaceae adaptou-se geneticamente ao estresse hídrico, o que possivelmente possibilitou sua sobrevivência em diferentes regiões do País.

A pesquisa, liderada pelo professor de Genética e Melhoramento de Plantas Evandro Novaes, do Instituto de Ciências Naturais da Universidade Federal de Lavras (ICN/UFLA), teve início em 2013, quando ele era docente na Universidade Federal de Goiás (UFG). Entre os resultados, o estudo mostrou que as espécies de cerrado são, em geral, menos responsivas, ou seja,  alteram menos a expressão dos genes quando comparadas com as de mata.

Confira a reportagem completa no site do Ciência UFLA.

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