BRASIL | Pessoas LGBTQIA+ no Brasil enfrentam maiores dificuldades para conseguir emprego formal e permanecem mais expostas ao desemprego e à informalidade, segundo um estudo divulgado pelo Banco Mundial. A pesquisa mostra que a taxa de desemprego entre essa população chega a 15,2%, quase o dobro da registrada na população em geral, que é de 7,7%.
Os dados também revelam que 46% das pessoas LGBTQIA+ trabalham na informalidade, enquanto na população em geral o índice é de 40%. Além disso, 72,7% afirmaram já ter sofrido preconceito no ambiente de trabalho e 64% relataram discriminação profissional.
De acordo com o levantamento, a exclusão dessa parcela da população do mercado formal gera uma perda econômica estimada em R$ 94,4 bilhões por ano para o Brasil, o equivalente a 0,8% do PIB nacional. O estudo ouviu mais de 11 mil pessoas em todas as regiões do país.





