O que começou como um possível avistamento de OVNI na tarde desta segunda-feira, 16 de fevereiro, terminou com uma explicação mais concreta, mas não menos preocupante. Moradores de Ijaci e cidades vizinhas relataram a presença de pontos brilhantes no céu, que em determinados momentos pareciam duas “bolinhas” luminosas pairando em grande altitude.




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As primeiras mensagens enviadas à redação descreviam um objeto que alternava o brilho. “Tem hora que brilha mais, tem hora que parece ser duas luzes”, relatou um seguidor, pedindo orientações para enviar fotos e verificar se outras pessoas também estavam observando o fenômeno.
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Com o passar do tempo e novos registros, a identificação ganhou forma: tratava-se de um grande balão não tripulado em deslocamento, carregando um estandarte de proporções consideráveis que ondulava ao vento. A grande altitude e a movimentação dificultaram a leitura do que estava estampado no tecido.
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O objeto foi visto não apenas em Ijaci, mas também em Itumirim, Ingaí, Itutinga, além dos distritos de Macaia e Cassiterita, ampliando a repercussão em toda a região.
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Apesar do caráter curioso do episódio, autoridades e especialistas reforçam o alerta. A soltura de balões representa risco à aviação, podendo provocar acidentes graves, além de aumentar as chances de incêndios em áreas de vegetação e danos à rede elétrica.
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No Brasil, fabricar, vender, transportar ou soltar balões é crime ambiental, conforme determina a Lei nº 9.605/1998, com previsão de detenção e multa.
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O caso serve como alerta sobre os perigos dessa prática e mostra como, em poucos minutos, um ponto brilhante no céu pode gerar especulações, mobilizar moradores e reacender discussões sobre segurança e preservação ambiental.








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