Cármen Lúcia acompanha Moraes e vota pela condenação de Eduardo Bolsonaro por difamação contra Tabata Amaral

No plenário virtual do Supremo Tribunal Federal o julgamento avança com mais um voto pela condenação do ex-deputado Eduardo Bolsonaro. A ministra Cármen Lúcia seguiu integralmente o relator Alexandre de Moraes e manifestou-se favorável à pena de um ano de detenção em regime aberto acrescida de multa pelo crime de difamação.

O caso tem origem em publicações de outubro de 2021 nas redes sociais de Eduardo Bolsonaro. Ele acusou a deputada Tabata Amaral de criar o projeto de lei que previa a distribuição de absorventes na rede pública com o intuito de beneficiar o empresário Jorge Paulo Lemann dono da Procter and Gamble fabricante dos produtos. Tabata comprovou que não houve qualquer financiamento irregular de campanha.

Moraes destacou que o réu agiu de forma livre e consciente com meio ardil para atingir a honra da parlamentar tanto na vida pública quanto privada. Com o voto de Cármen Lúcia o placar parcial é de dois a zero pela condenação.
O julgamento no plenário virtual segue aberto até o dia 28 de abril quando os demais ministros devem votar.

Fontes: O Globo, Veja e UOL.

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