O jogo começou com roteiro indigesto para o Atlético. Atuando no Manduzão, o Galo encontrou um Pouso Alegre bem organizado, intenso e sem medo. A postura do time da casa foi premiada ainda no primeiro tempo, quando aproveitou as falhas defensivas do Atlético e abriu o placar, colocando pressão no favorito.
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A primeira etapa foi marcada por um Atlético travado, com dificuldade na criação e pouca agressividade ofensiva. O Pouso Alegre, por sua vez, soube explorar os espaços, ganhou disputas no meio-campo e levou a vantagem justa para o intervalo.
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No segundo tempo, porém, o cenário mudou completamente. O Atlético voltou mais ligado, adiantou suas linhas e passou a controlar a posse de bola. A reação foi rápida. O empate trouxe confiança, e a virada veio na sequência, fruto de um time mais intenso, que passou a sufocar o adversário e transformar volume de jogo em chances reais.
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Com o Pouso Alegre sentindo o desgaste físico, o Galo administrou melhor o ritmo, encontrou espaços e ainda ampliou o placar nos minutos finais, fechando a vitória por 3 a 1. Um segundo tempo dominante que contrastou totalmente com a atuação inicial.
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A vitória vale mais pelo sinal de reação do que pelo placar. O Atlético mostrou poder de resposta e elenco para mudar o rumo de um jogo complicado. Já o Pouso Alegre sai com a sensação de que fez um grande primeiro tempo, mas ainda precisa aprender a sustentar o desempenho ao longo dos 90 minutos.
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No fim, prevaleceu o peso da camisa e a leitura correta do jogo no momento decisivo.





