A empresa informou que parte dos precatórios, no valor de R$ 2,63 bilhões, é decorrente de dívidas herdadas de gestões anteriores. A despesa com precatórios cresceu 55,1% em relação a 2024.
A receita bruta anual caiu 11,35%, totalizando R$ 17,3 bilhões. Os números reforçam a grave crise financeira enfrentada pelos Correios, com despesas judiciais pressionando fortemente as contas da empresa.
Os Correios divulgaram nesta quinta-feira (23) os resultados financeiros de 2025 e confirmaram um prejuízo líquido de R$ 8,5 bilhões. Desse total, R$ 6,4 bilhões referem-se apenas ao pagamento de precatórios judiciais, o que representa o principal fator para o rombo registrado no ano.
Trata-se do 14º trimestre consecutivo de prejuízo da estatal desde o quarto trimestre de 2022. No primeiro semestre de 2025, o acumulado já havia sido negativo em R$ 4,36 bilhões.
A empresa informou que parte dos precatórios, no valor de R$ 2,63 bilhões, é decorrente de dívidas herdadas de gestões anteriores. A despesa com precatórios cresceu 55,1% em relação a 2024.
A receita bruta anual caiu 11,35%, totalizando R$ 17,3 bilhões. Os números reforçam a grave crise financeira enfrentada pelos Correios, com despesas judiciais pressionando fortemente as contas da empresa.





