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PT em Minas ainda está dividido

12/05/2008
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O PT mineiro está em clima de campanha, às vésperas da decisão do Diretório Estadual sobre a inclusão do PSDB na coligação feita com o PSB para disputar a Prefeitura de Belo Horizonte. Levantamento do partido  mostra que um terço dos 60 membros do diretório estadual ainda está indecisos em relação à votação marcada para quinta-feira.

A sondagem, feita com base nas tendências a que os membros pertencem e no posicionamento dos líderes aos quais são ligados, mostra que 24 estão a favor da aliança com os tucanos e 15 contra.

No sábado, a Executiva Municipal do partido aprovou por 12 votos a quatro resolução que incluiu formalmente o PSDB e o PPS na aliança. A decisão será submetida ao Diretório Estadual, mas a palavra final caberá ao Diretório Nacional, em 30 de maio.

O grupo que defende a aliança, ligado ao prefeito Fernando Pimentel, está jogando todas as fichas na reunião do Diretório Estadual. Se a coligação for vetada, dificilmente será aprovada no Diretório Nacional, no qual a tendência é seguir o veto aos tucanos feito pela Executiva Nacional.

Uma comissão que reúne líderes da esquerda e outros ligados ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, além de sindicalistas, entregará ao presidente do PT, Ricardo Berzoini, manifesto pedindo a manutenção do veto. Vão se encontrar também com o vice-presidente José Alencar (PSB), que tem manifestado apoio à candidatura da deputada federal Jô Moraes. Às véperas da decisão final, aliança ainda divide PT em Minas
Levantamento do partido com integrantes do diretório indica 24 a favor, 15 contra e 20 indecisos sobre dobradinha em BH
Patrícia Aranha – Estado de Minas 

  O PT mineiro está em clima de campanha, às vésperas da decisão do Diretório Estadual sobre a inclusão do PSDB na coligação feita com o PSB para disputar a Prefeitura de Belo Horizonte. Levantamento do partido a que o Estado de Minas teve acesso mostra que um terço dos 60 membros do diretório estadual ainda está indecisos em relação à votação marcada para quinta-feira.

A sondagem, feita com base nas tendências a que os membros pertencem e no posicionamento dos líderes aos quais são ligados, mostra que 24 estão a favor da aliança com os tucanos e 15 contra. O presidente estadual, Reginaldo Lopes, só vota em caso de empate e prefere não arriscar palpite: “Os dois grupos saíram em campo, mas por enquanto está muito equilibrado.”

No sábado, a Executiva Municipal do partido aprovou por 12 votos a quatro resolução que incluiu formalmente o PSDB e o PPS na aliança. A decisão será submetida ao Diretório Estadual, mas a palavra final caberá ao Diretório Nacional, em 30 de maio.

O grupo que defende a aliança, ligado ao prefeito Fernando Pimentel, está jogando todas as fichas na reunião do Diretório Estadual. Se a coligação for vetada, dificilmente será aprovada no Diretório Nacional, no qual a tendência é seguir o veto aos tucanos feito pela Executiva Nacional. O candidato a vice-prefeito, Roberto Carvalho (PT), contudo, está otimista. “Estamos com muita esperança, porque não é só em Belo Horizonte. Em pelo menos 300 cidades de Minas, o PT quer fazer alianças com PPS, PSDB ou DEM”, aposta.

Uma comissão que reúne líderes da esquerda e outros ligados ao ministro do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Patrus Ananias, além de sindicalistas, entregará ao presidente do PT, Ricardo Berzoini, manifesto pedindo a manutenção do veto. Vão se encontrar também com o vice-presidente José Alencar (PSB), que tem manifestado apoio à candidatura da deputada federal Jô Moraes. “A nossa avaliação é de que vamos ganhar no estadual e no nacional”, sustenta o delegado do Ministério do Desenvolvimento Agrário em Minas, Rogério Correia.