Pais da medalhista que conquistou ouro em Pequim visitam Lavras

10/09/2008

Lavras recebeu hoje, terça-feira (9), a visita especial dos pais da jogadora da Seleção Brasiliera de Vôlei Feminino, Fabiana Claudino, 23 anos, uma das principais responsáveis pela conquista inédita da equipe que foi medalha de ouro durante as Olímpiadas de Pequim, em agosto passsado.

Maria do Carmo Marcelino Claudino e Vital Alberto Claudino, moradores de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, passaram pela cidade para fazer uma visita a um casal de lavrenses, Ciro Naves e Edna Aparecida Naves, quando conversaram com exclusividade com a reportagem do Lavras 24 Horas.

Fabiana, 1,93 de altura, 74 kilos, entrou para a história das competições esportivas brasilieras por ter conseguido um título até então inédito para o país. A atleta foi  recebida com festa em Santa Luzia, cidade de 290 mil habitantes, que simplismente parou para recebê-la há poucas semanas.

História 

A mãe Maria do Carmo relata que a filha começou seguindo os passos do irmão mais  velho, Bruno Claudino, que reside EUA, onde atua em times de basquete profissional. “Ela não queria muita coisa com o esporte não, pois era magrinha e alta. Queria ser modelo, mas nós incentivamos ela a jogar vôlei”. A atleta, recorda ela, ingressou no Minas Tênis Clube, na capital mineira, passando por todas as categorias em quatro anos, até alcançar o sucesso na seleção brasileira feminina, onde está há quatro anos.  

O pai Vital Claudino afirma que ver a filha competindo e representando o Brasil nas Olimpíadas de Pequim foi uma sensação muito gratificante, que considera mesmo “sem palavras”. “É uma coisa rara e a gente fica surpreso com a medalha de ouro”. A mãe afirma que a equipe brasiliera estava empenhada em conseguir ótimos resultados, fazendo uso de objetivos claroe para conseguir trazer a medalha de ouro para o país.  “A emoção é muito forte”, completou ao lado do marido.

O casal relatou que se sentiu  bastante emocionado com a homenagem prestada pela população de Santa Luzia a filha, no último dia 29 de agosto, quando a mesma  participou de uma carreata em cima do carro do Corpo de Bombeiros, percorrendo as principais ruas do munciípio de 290 mil habitantes. “Foi bom ver as pessoas prestigiando sua filha. É uma emoção sem tamanho”. 

Maria do Carmo disse que o ritmo de treinos e competições ainda é o mesmo na rotina de Fabiana, que tem pouco tempo para se dedicar à familía e os amigos. Uma realidade que os pais não se acostumaram até hoje. “O filho a gente quer pertinho da nós, mas eles têm que caminhar na estrada deles. Peço a Deus que assim continuem”, pondera Vital Claudino.

Mensagem

O casal também teceu elogios a Lavras e seu desenvolvimento nos últimos anos. “A cidade cresceu muito nos últimos anos, cada vez que a gente chega ela está difente”, sentecia a mãe da medalhista.

Os pais da medalhista concluiram o bate-papo afirmando que, caso Fabiana pudesse  deixar uma mensagem para o povo de Lavras, ela seria fundada no apoio e incentivo a prática do esporte, como forma de sociabilizar, educar e melhor a qualidade de vida de jovens e crianças.

“Fabiana acredita que toda cidade deve ter uma política pública voltada para o esporte. É uma forma dos jovens estarem ocupando o seu tempo com coisas saudáveis, para que possam mudar a sua realidade”, finalizou Maria do Carmo. 

 

 

Você também pode gostar

Pais da medalhista que conquistou ouro em Pequim visitam Lavras

09/09/2008

Lavras recebeu hoje, terça-feira (9), a visita especial dos pais da jogadora da Seleção Brasiliera de Vôlei Feminino, Fabiana Claudino, 23 anos, uma das principais responsáveis pela conquista inédita da equipe que foi medalha de ouro durante as Olímpiadas de Pequim, em agosto passsado.

Maria do Carmo Marcelino Claudino e Vital Alberto Claudino, moradores de Santa Luzia, na região metropolitana de Belo Horizonte, passaram pela cidade para fazer uma visita a um casal de lavrenses, Ciro Naves e Edna Aparecida Naves, quando conversaram com exclusividade com a reportagem do Lavras 24 Horas.

Fabiana, 1,93 de altura, 74 kilos, entrou para a história das competições esportivas brasilieras por ter conseguido um título até então inédito para o país. A atleta foi  recebida com festa em Santa Luzia, cidade de 290 mil habitantes, que simplismente parou para recebê-la há poucas semanas.

História 

A mãe Maria do Carmo relata que a filha começou seguindo os passos do irmão mais  velho, Bruno Claudino, que reside EUA, onde atua em times de basquete profissional. “Ela não queria muita coisa com o esporte não, pois era magrinha e alta. Queria ser modelo, mas nós incentivamos ela a jogar vôlei”. A atleta, recorda ela, ingressou no Minas Tênis Clube, na capital mineira, passando por todas as categorias em quatro anos, até alcançar o sucesso na seleção brasileira feminina, onde está há quatro anos.   

O pai Vital Claudino afirma que ver a filha competindo e representando o Brasil nas Olimpíadas de Pequim foi uma sensação muito gratificante, que considera mesmo “sem palavras”. “É uma coisa rara e a gente fica surpreso com a medalha de ouro”. A mãe afirma que a equipe brasiliera estava empenhada em conseguir ótimos resultados, fazendo uso de objetivos claroe para conseguir trazer a medalha de ouro para o país.  “A emoção é muito forte”, completou ao lado do marido.

O casal relatou que se sentiu  bastante emocionado com a homenagem prestada pela população de Santa Luzia a filha, no último dia 29 de agosto, quando a mesma  participou de uma carreata em cima do carro do Corpo de Bombeiros, percorrendo as principais ruas do munciípio de 290 mil habitantes. “Foi bom ver as pessoas prestigiando sua filha. É uma emoção sem tamanho”.  

Maria do Carmo disse que o ritmo de treinos e competições ainda é o mesmo na rotina de Fabiana, que tem pouco tempo para se dedicar à familía e os amigos. Uma realidade que os pais não se acostumaram até hoje. “O filho a gente quer pertinho da nós, mas eles têm que caminhar na estrada deles. Peço a Deus que assim continuem”, pondera Vital Claudino. 

Mensagem

O casal também teceu elogios a Lavras e seu desenvolvimento nos últimos anos. “A cidade cresceu muito nos últimos anos, cada vez que a gente chega ela está difente”, sentecia a mãe da medalhista.

Os pais da medalhista concluiram o bate-papo afirmando que, caso Fabiana pudesse  deixar uma mensagem para o povo de Lavras, ela seria fundada no apoio e incentivo a prática do esporte, como forma de sociabilizar, educar e melhor a qualidade de vida de jovens e crianças.

“Fabiana acredita que toda cidade deve ter uma política pública voltada para o esporte. É uma forma dos jovens estarem ocupando o seu tempo com coisas saudáveis, para que possam mudar a sua realidade”, finalizou Maria do Carmo.  

 

Você também pode gostar