Há dez dias, um hacker atacou a livraria virtual do Senado, com 35 mil clientes cadastrados, 6 milhões de visitantes e 40 mil livros vendidos. O Prodasen, responsável pela informática da Casa, tirou a página do ar.
Uma servidora do setor garante que o serviço será regularizado “em breve”, mas maldosos de plantão desconfiam que as diárias “reais” para feiras de livros e bienais atraem mais que vender livro pela internet.
Fonte: Blog do Carlos Humberto















